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O que se sabe sobre brasileira suspeita de matar filha de 4 anos nos EUA após perder a guarda

Caso ocorreu em Houston horas depois de um juiz conceder a custódia da criança ao pai. Reprodução: Facebook Uma brasileira de 35 anos é suspeita de matar a...

O que se sabe sobre brasileira suspeita de matar filha de 4 anos nos EUA após perder a guarda
O que se sabe sobre brasileira suspeita de matar filha de 4 anos nos EUA após perder a guarda (Foto: Reprodução)

Caso ocorreu em Houston horas depois de um juiz conceder a custódia da criança ao pai. Reprodução: Facebook Uma brasileira de 35 anos é suspeita de matar a própria filha, de quatro anos, poucas horas depois de perder na Justiça dos Estados Unidos uma disputa pela guarda da criança. O caso aconteceu em Houston, no Texas, na terça-feira (29). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Segundo a polícia, Cibelle Savella atirou contra a filha, identificada como Vivian, e depois disparou contra si mesma. A menina morreu no local. Cibelle foi levada para um hospital e morreu no dia seguinte. A seguir, veja o que se sabe sobre o caso. O que aconteceu? Segundo a polícia, Cibelle estava em uma residência em Houston quando atirou contra a filha. Depois, ela teria usado a arma contra si mesma. A criança morreu no local. A mãe foi socorrida e levada para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Duas outras pessoas estavam na casa no momento dos disparos: o atual companheiro de Cibelle e uma babá. Nenhum dos dois ficou ferido. O que a Justiça decidiu? Horas antes do crime, um juiz havia decidido conceder a guarda da menina ao pai, o americano Aaron Savella, segundo informações publicadas pelo jornal britânico The Mirror. A decisão encerrou, naquele momento, uma disputa pela guarda que se estendia desde a separação do casal. A ordem judicial também determinava que Cibelle não poderia falar com a filha em português sem a presença de um supervisor que entendesse o idioma. Quando começou a disputa pela guarda? Cibelle pediu o divórcio em 2022, segundo documentos judiciais citados pela revista espanhola Marca. O processo foi concluído em 2024, mas a disputa pela guarda da menina continuou nos tribunais. Segundo os advogados de Aaron, o pai aguardava a transferência da guarda após a decisão judicial. "Aaron fez tudo o que a lei exige de um pai que tenta proteger sua filha. Confiou nos tribunais, cumpriu todas as decisões e esperou o processo seguir seu curso", afirmaram os representantes legais ao The Mirror. Os advogados disseram ainda que o pai está "devastado" com a morte da criança. VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1